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CarimboDigital
Como funciona

Um código no ecrã.
Uma câmara apontada.

É isto, e não há passo escondido por baixo. Esta página explica os dois lados — o de quem mostra o telemóvel e o de quem carimba — com os números certos: quanto tempo dura um código, o que acontece quando o Wi-Fi cai, e o que fica escrito quando o cartão enche.

O lado do cliente

Três passos, e nenhum deles
é instalar seja o que for.

Apontas a câmara ao cartaz

O café tem uma folha ao pé da caixa com um código. Apontas-lhe a câmara — a mesma com que tiras fotografias — e abre-se uma página com o cartão daquele sítio já lá dentro. Um link que alguém te mande faz exactamente o mesmo.

Não crias conta nenhuma

Não há registo, não há palavra-passe, não pedimos nome nem telefone. A conta nasce sozinha e é um número de seis caracteres. A partir daí já tens cartão — no primeiro segundo.

Os cartões ficam todos ali

Abre no browser, como um site normal. Se quiseres, juntas ao ecrã principal do telemóvel e passa a ter ícone como as outras apps — sem passar por nenhuma loja de aplicações.

O ecrã «Os meus cartões»: um aviso roxo a dizer «Tens um prémio
                à espera», o cartão azul da Gelataria Luar com uma taça de três
                bolas por levantar, o cartão castanho do Café Torrado com sete
                chávenas carimbadas de dez, e a barra de baixo com Carteira,
                Descobrir, Código, Prémios e Perfil.

Cada café é um cartão. Não há limite de cartões, e o mesmo número serve para todos: não é um código por sítio, é um só, teu. Quem sabe qual é o cartão a carimbar é o balcão, não tu.

O código

Muda a cada 15 segundos,
e só serve uma vez.

É o botão do meio da barra de baixo. Carregas, aparece o código, mostras. O círculo do canto vai a andar à volta enquanto aquele código vale.

O ecrã do código: em cima, «Mostra ao balcão — o código muda a
                cada 15 segundos» e um círculo de contagem; ao centro, um código
                QR grande; por baixo, seis caracteres em letras grandes, YZQ2FH,
                e a frase «Se a câmara não ler, o balcão pode escrever este
                número».

Quinze segundos, e acabou

Passado esse tempo aquele código já não vale, e o seguinte já está no ecrã. Cada um só pode ser usado uma vez: uma fotografia tirada há um minuto não vale carimbo nenhum a ninguém.

É feito dentro do telemóvel

O código não se vai buscar a lado nenhum: é calculado no aparelho, a partir de um segredo que fica guardado lá dentro e não sai de lá. É por isso que aparece numa cave sem rede.

Por baixo, seis caracteres

São o número do cartão, para quando a câmara não colabora — o balcão escreve-os à mão. Não têm 0 nem O, 1 nem I, 5 nem S, 8 nem B: os quatro pares que se confundem foram tirados de propósito, porque este número é dito em voz alta.

Apple Wallet e Carteira do Google

Também dá para pôr o cartão
na carteira do telemóvel.

Na app, dentro de cada cartão, há os botões para o guardar. Fica com o nome e a cor do negócio, e com um código de barras que o balcão lê da mesma maneira. As duas têm uma diferença que vale a pena saber.

Carteira do Google

Os carimbos actualizam-se sozinhos. Carimbas, e o cartão que está na carteira do cliente fica em dia sem ninguém lhe tocar.

Apple Wallet

O passe guarda o saldo do dia em que foi guardado e não se actualiza sozinho. Para o ver em dia, o cliente volta a juntá-lo pela app. É uma limitação nossa, não da Apple, e está por resolver.

Para isto funcionar, o negócio tem de ter carregado o logótipo no balcão: as duas carteiras exigem uma imagem e sem ela recusam o cartão. É o mesmo logótipo que vai no cartaz.

O lado do balcão

Do outro lado do balcão
é ainda mais curto.

Abres o balcão no telemóvel

O teu, ou o que já está na caixa. Não há terminal para comprar, nem leitor, nem tablet, nem impressora. Abre no browser, e também se junta ao ecrã principal.

Apontas a câmara

O cliente mostra o código, tu apontas. Funciona em Android e em iPhone: onde o browser não sabe ler códigos — o Safari não sabe — o leitor é nosso, escrito à mão exactamente para isso.

O carimbo aparece

Nos dois telemóveis, na hora. Se aquele cliente ainda não tinha cartão do teu sítio, ele é criado no mesmo gesto — não é preciso mandá-lo aderir primeiro.

O ecrã do balcão logo a seguir a carimbar: um visto verde,
                «Carimbado», «8 de 10 · faltam 2», o cartão do Café Torrado com
                oito chávenas preenchidas, uma caixa para escrever «Quem é?
                Dá-lhe um nome», o botão Seguinte e, em baixo, «Enganei-me —
                anular».

A caixa do meio é a alcunha: «a Joana da manhã», «o senhor do jornal». É o café que a escreve, com as palavras dele, e fica só naquele cartão. O cliente vê qual é e tem lá um botão para a apagar.

Quando corre mal

As três coisas que acontecem
a toda a gente.

A câmara não lê

Acontece com sol a bater no ecrã, com o vidro rachado, com a objectiva suja. O balcão tem um botão para escrever os seis caracteres que o cliente tem no ecrã, e o carimbo é o mesmo.

O Wi-Fi caiu

O balcão abre sem rede — está guardado no telemóvel. Mas carimbar precisa de ligação, e não fica nenhum carimbo à espera que ela volte. Apontas os seis caracteres num papel: esse número não expira, e carimbas quando houver rede.

Enganaste-te no cliente

Tens dois minutos para anular, no mesmo painel onde o carimbo apareceu. Passado isso não dá — e se aquele carimbo fechou o cartão e o prémio já saiu pela porta, também não.

As travas

O que impede alguém
de carimbar à vontade.

Não é preciso ligar nada: já está a funcionar desde o primeiro dia. São três, e vale a pena saber que existem, porque um dia hão-de recusar um carimbo à tua frente e é melhor perceberes porquê.

Uma hora entre carimbos

O primeiro cartão de um negócio nasce com uma hora de intervalo mínimo entre dois carimbos do mesmo cliente. Quem voltar dez minutos depois ouve «já foi carimbado há pouco» e quantos minutos faltam.

Quatro no mesmo dia

O mesmo cartão não leva mais de quatro carimbos no mesmo dia, aconteça o que acontecer. É a trava que apanha o telemóvel que fica a passar na caixa a tarde inteira.

Dois telemóveis ao mesmo tempo

Se duas pessoas do balcão lerem o mesmo cliente no mesmo instante, só uma escreve. A outra fica a saber que chegou tarde, em vez de dar um carimbo a dobrar sem ninguém reparar.

O prémio

E quando o cartão enche?

Fica à espera de ser entregue

O prémio não se entrega sozinho nem desconta nada: fica marcado como por levantar. Não tem prazo de validade — se o cliente disser «levo noutro dia», fica lá para esse dia.

Entrega-se ao balcão

Aparece «Tem um prémio à espera» quando aquele cliente for carimbado, e há um botão para o dar por entregue. Fica escrito o quê, quando e o nome de quem estava ao balcão.

O cartão recomeça

Volta a zero e continua a contar. Os carimbos a mais, se os houver, passam para o cartão seguinte — ninguém perde nada por ter chegado ao fim.

Se o cliente tiver ligado os avisos, recebe um — e é o único que enviamos: o cartão ficou cheio. Não há «há dois meses que não apareces», não há promoções, não há campanhas por email nem SMS. O carimbo que fecha o cartão é dado no aparelho do balcão, muitas vezes com o telemóvel do cliente já guardado, e o aviso é só para não lhe escapar.

Ainda assim

As perguntas que ficam.

E se o cliente trocar de telemóvel?

Se ele tiver guardado a conta em Perfil › Guardar a conta, entra no telemóvel novo com a Google, com a Apple, ou escrevendo a morada de email e o código de seis algarismos que lhe mandamos — e os cartões voltam todos. Esse código dura 15 minutos.

E se não tiver guardado nada?

Perdem-se. É o preço de não pedirmos dados nenhuns à partida: se não sabemos quem a pessoa é, não temos por onde lhe devolver os cartões. Guardar a conta leva cinco segundos e faz-se uma vez.

Do teu lado, ao balcão, o histórico daquele cartão fica na mesma — mas é um cartão que aquele telemóvel já não sabe abrir.

Quantos carimbos cabem num cartão?

Entre dois e trinta, e por omissão são dez. Escolhes o número e o prémio quando montas o cartão, e podes mudá-los depois.

Podes ter até doze cartões diferentes no mesmo negócio — um de cafés, um de almoços, o que fizer sentido. E há dois feitios: por carimbos, em que se conta visitas, ou por pontos, em que se soma um valor e há vários prémios em pontuações diferentes.

Funciona em iPhone e em Android?

Nos dois, e dos dois lados do balcão. Não há aplicação para descarregar: abre no browser e, se quiseres, junta-se ao ecrã principal com ícone. Não passa por loja de aplicações nenhuma.

Uma nota para quem tem iPhone no balcão: o Safari não traz leitor de códigos QR nenhum, e por isso escrevemos o nosso. É a razão de ele existir.

O café fica a saber quem eu sou?

Vê o número do cartão, quantos carimbos tem e as datas das visitas àquele estabelecimento. Não vê a morada de email e não vê que outros cartões tens. Pode escrever-te uma alcunha, que tu vês e podes apagar.

Não usamos cookies, não há rastreio e não há publicidade. Dentro da app podes descarregar tudo o que existe sobre ti e apagar tudo com um toque.

Quem é o responsável pelos dados?

Renato Lima Valente, NIF 273363620, com morada em Rua José Moreira 99, 4.º esq., 3700-155 São João da Madeira. Para qualquer questão sobre dados pessoais, escreve para geral@carimbodigital.pt.

Cada estabelecimento é responsável pelo tratamento dos dados do programa de fidelização dele, e o Carimbo Digital actua como subcontratante nessa parte, nos termos do artigo 28.º do RGPD. Está tudo escrito na política de privacidade.

Tenho um café. Como é que começo?

Por convite. Fundar um balcão exige um código, e os códigos sou eu que os mando — o Carimbo Digital está a abrir devagar para eu conseguir acompanhar cada negócio que entra. Escreves a dizer que negócio tens e onde, e respondo eu próprio.

Agora já sabes o que acontece
quando apontas a câmara.

Abre, mostra, carimba. Do outro lado não há nada que não esteja escrito nesta página.