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CarimboDigital
Quanto custa

Custa zero.
E a conta está toda aqui.

Um cartão de fidelidade digital, grátis para o negócio e grátis para o cliente. Sem mensalidade, sem instalação, sem período experimental a contar para trás e sem cartão de crédito — nem agora nem depois. Não há publicidade nem venda de dados, que é a outra maneira de uma coisa «grátis» se pagar.

Esta página diz-te de onde vem o dinheiro que isto não custa, o que acontece se um dia deixar de chegar, e os limites que existem — antes de os descobrires sozinho.

O Carimbo Digital está a abrir devagar, por convite, para eu conseguir acompanhar cada negócio que entra. Ser por convite não tem nada a ver com o preço: o convite também não se paga.

A comparação

Cobram por estabelecimento.
E cobram todos os meses.

As plataformas de fidelização fazem o que isto faz — e algumas fazem mais. Quase todas cobram desde o primeiro dia, e várias pedem uma instalação à parte antes de sequer se saber se aquilo serve.

Plataformas de fidelização
14,99–199 € / mês

Preços públicos dos planos PAGOS de quatro plataformas de fidelização que vendem em Portugal, para um só estabelecimento, consultados em setembro de 2026. Uma delas tem também um plano gratuito, preso a um cartão e a um estabelecimento.

Mensalidade desde o primeiro dia
200 € de instalação, em vários planos
O plano gratuito, onde existe, dá um cartão e um estabelecimento
Carimbo Digital
0 € / sempre

Sem mensalidade, sem instalação e sem cartão de crédito. Clientes, carimbos e prémios sem limite.

Clientes, carimbos e prémios sem limite
Cartaz para o balcão, pronto a imprimir
Cartão na Apple Wallet e na Carteira do Google
Até dez pessoas a carimbar, cada uma no seu telemóvel
Campanhas por email ou SMS — não faço nenhuma
Exportar a lista de clientes — hoje não dá

Fidelize.pt

29, 49, 99 e 199 € por mês, conforme o plano. Todos levam mais 200 € de instalação, pagos uma vez — menos o plano de topo.

Loyal.pt

Tem um plano a 0 €, e é justo dizê-lo em voz alta: é a comparação mais dura que há para mim. Só que o plano gratuito dá um cartão e um estabelecimento; a seguir são 29 € e 59 € por mês.

E uma terceira

Preço público de uma das maiores plataformas de fidelização em Portugal, para um só estabelecimento, consultado em setembro de 2026. Cerca de 650 € por ano — 49,95 € por cada quatro semanas, que são treze pagamentos e não doze.

Os valores são os que cada plataforma publica no seu site, para um só estabelecimento, consultados em setembro de 2026. Nem todas dizem se o IVA está incluído. Revejo isto de seis em seis meses — uma comparação desactualizada é pior do que nenhuma —, e se encontrares um número errado escreve-me que eu corrijo.

O senão

Porque é que isto é grátis.

A pergunta certa não é «é grátis?» — é «então quem paga?». A resposta é que quase ninguém paga nada, porque isto custa quase nada a manter.

Corre em planos gratuitos

O site está no GitHub Pages. A parte que carimba é um Worker da Cloudflare, com a base de dados ao lado, na União Europeia. Os três têm planos gratuitos, e isto cabe lá dentro com folga.

Não há nada para vender

Sem publicidade, sem rastreio, sem cookies e sem dados à venda. Não peço nome, telefone nem morada ao cliente — não tenho sequer o que seria preciso para montar esse negócio.

É uma pessoa, não uma empresa

Não há escritório, não há equipa comercial e não há investidores à espera de retorno. Os custos fixos são dois: o domínio e os 99 € por ano da conta de programador da Apple, sem a qual um cartão não entra na Apple Wallet.

Os números, para não ficar pela palavra: o plano gratuito da Cloudflare dá 100 000 pedidos por dia e 100 000 escritas por dia na base de dados. Um carimbo escreve três linhas — dá cerca de 30 000 carimbos por dia. O GitHub Pages dá 100 GB de tráfego por mês, que um site sem uma única imagem de fora não gasta. O email só serve para entrar e recuperar contas, e por isso conta-se aos poucos por dia.

A pergunta a sério

E se um dia deixar de chegar?

Trinta mil carimbos por dia é muito mais do que isto vai ver tão cedo. Mas a pergunta merece resposta escrita, e não um encolher de ombros — até porque desde 1 de setembro de 2026 os limites do plano gratuito da base de dados passaram a ser impostos a sério: passado o tecto, as consultas falham até à meia-noite UTC.

Primeiro: o plano pago dos Workers custa cinco dólares por mês. Se um dia for preciso, não é um problema de negócio — é uma factura de café.

Segundo: se algum dia houver coisas pagas, serão funcionalidades extra para negócios, nunca o cartão de quem o usa como cliente. Não é uma intenção minha dita de passagem numa página: está escrita no ponto 3 dos termos, que se leem antes de aderir.

Terceiro: o que não vai acontecer é a saída habitual — passar a vender os dados dos teus clientes ou encher a app de publicidade. Não recolho o que seria preciso para isso, e isso não se muda com uma decisão de negócio: muda-se recomeçando a pedir dados que hoje não peço a ninguém.

Dos termos, ponto 3: «Se um dia passarem a existir funcionalidades pagas, serão sempre opcionais e claramente identificadas antes de qualquer cobrança. O cartão de quem usa o Carimbo Digital como cliente será sempre gratuito.» Está em termos de utilização, e a política de privacidade diz, com nomes, quem toca nos dados.

Sem letra pequena

Os limites, ditos à partida.

Um limite descoberto ao terceiro mês é pior do que um limite dito na página dos preços. Estes são todos os que existem hoje, e saem do código e não de um plano comercial.

Sem limite nenhum

Clientes, carimbos e prémios. Não há tecto, não há escalão, não há nada que suba de preço quando chegares aos mil. E nem os carimbos nem os prémios ganhos têm prazo de validade.

Com tecto

Até 12 cartões diferentes no mesmo negócio. Até 10 pessoas a carimbar, cada uma com o email dela. Um cartão vai de 2 a 30 casas. O logótipo até 256 KB, já reduzido pelo próprio balcão.

Travas contra o abuso

O código do cliente vive 15 segundos e só serve uma vez. O mesmo cartão não leva mais de quatro carimbos no mesmo dia, e por omissão passa uma hora entre dois. Enganaste-te? Tens dois minutos para anular.

Mais três coisas que só se notam com o uso. A lista de clientes no balcão mostra os 300 mais recentes e o histórico de um cartão mostra os últimos 100 movimentos — os dados estão lá todos, o que está limitado é o que cabe no ecrã. A lista pública do «Descobrir» mostra até 200 negócios. E há uma trava de 60 cartões novos por hora vindos da mesma ligação à internet: num dia normal nunca lá chegas, numa inauguração com toda a gente no wi-fi da casa, talvez.

Um negócio é um estabelecimento. Uma cadeia com três lojas são três balcões, cada um com o seu cartão e a sua lista — e continua a não custar nada.

A comparação que ninguém faz

E quanto custa o cartão de papel?

«Cêntimos», costuma ser a resposta. Vale a pena fazer a conta, porque o papel é a única coisa com que isto compete a sério.

O que se compra uma vez

Um carimbo de fidelização automático custava entre 12,53 € e 53,49 € numa loja online que vende em Portugal, e 13,49 € noutra. Mais a almofada de tinta, que seca e se volta a comprar.

O que se compra outra vez, e outra

Um kit com carimbo automático e 100 cartões custava 33,95 €. Cem cartões acabam — e quando acabam, a encomenda repete-se, com o mesmo desenho ou com o desenho que já não corresponde ao prémio que mudaste entretanto.

A conta que não aparece na factura é a outra: o cartão que o cliente perde a meio custa duas vezes — o papel, e os carimbos que ele já lá tinha e que não voltam. No fim do ano, nenhum destes cartões te diz quantas pessoas chegaram ao prémio, quantas ficaram a dois e quantas deixaram de aparecer.

Preços consultados em setembro de 2026 em lojas online de impressão que vendem em Portugal, para encomendas avulso: «Carimbos para cartões de fidelização», 13,49 €; «Carimbo Fidelização», 12,53–53,49 €; «Kit Completo de Fidelização — Carimbo Automático + 100 Cartões», 33,95 €.

Perguntas

O que se costuma perguntar a seguir.

Tenho de dar o cartão de crédito?

Não, e não é por simpatia: não há onde o pôr. O Carimbo Digital não tem pagamentos, não tem carrinho, não tem página de compra e não fala com nenhum sistema de pagamentos. Não existe no código uma linha que aceite um número de cartão.

É grátis durante quanto tempo?

Não há período experimental, porque não há nada que acabe. Não há uma data marcada no calendário nem um contador a correr. Se um dia existirem funcionalidades pagas, serão opcionais e ditas antes de qualquer cobrança — está nos termos, ponto 3.

Porque é que é por convite, se é grátis?

Porque quem responde a cada negócio que entra sou eu. Abrir a porta a toda a gente de uma vez era prometer um acompanhamento que não consigo dar — e no primeiro mês é exactamente disso que um balcão precisa. Escreves-me a dizer que negócio tens e onde, e mando-te um código.

Que negócios é que já usam isto?

Neste momento há um negócio a usar o Carimbo Digital todos os dias. É um só — e é melhor dizê-lo do que fingir que são cem.

Se eu sair, levo a minha lista de clientes?

Hoje não levas, e prefiro dizê-lo aqui do que deixar que descubras mais tarde: não há exportação da lista de clientes para o negócio. Vês tudo no balcão, mas não há um botão que te dê um ficheiro.

Do lado do cliente existe: cada pessoa descarrega tudo o que há sobre ela, num ficheiro, a partir do perfil — é o artigo 20.º do RGPD e está feito. Se a exportação do lado do negócio for decisiva para ti, diz-mo antes de entrares.

Quem me responde às nove da manhã de um sábado?

Eu, quando acordar. Não há linha de apoio, não há turno de fim-de-semana e não há robô a fingir que é gente. Escreves para geral@carimbodigital.pt e responde uma pessoa — mas não te prometo minutos, prometo-te que é sempre a mesma pessoa.

Isto ainda existe daqui a um ano?

Não te sei prometer o futuro, e desconfia de quem to prometer. O que te posso mostrar é a conta: isto corre em planos gratuitos e os custos fixos são o domínio e os 99 € por ano da Apple, por isso não há nenhuma factura a pressionar-me a desligar seja o que for.

E há uma coisa que vale a pena dizer em voz alta: o Carimbo Digital não é parte no teu programa de fidelização. Quem promete o décimo café és tu, e é a ti que o cliente o pede — está nos termos, ponto 2. Se isto desaparecesse amanhã, o programa continuava a ser teu; o que perdias era a contagem.

Zero euros é fácil de decidir.

Escreves-me a dizer que negócio tens e onde, e eu mando-te um código. Não há formulário de dez campos, não há comercial a ligar, e não pedimos cartão de crédito — nem agora nem depois.